https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2020/03/27/interna_gerais,1133127/coronavirus-prefeitura-bh-acolhimento-pessoas-em-situacao-de-rua.shtml

Mais de 4,5 mil sem-teto vivem em Belo Horizonte.

Os onze abrigos, repúblicas e casas de passagem de Belo Horizonte, destinados aos sem-teto, implementaram medidas para prevenir a propagação do novo coronavírus. Muitas vezes, estes são os únicos locais onde estas pessoas podem encontrar água limpa.

Defensorias e Ministério Público fizeram recomendações à prefeitura para proteger estes moradores.

A partir de agora, estão suspensas as atividades coletivas que podem causar permanência e aglomeração de pessoas em ambientes coletivos, como refeitórios, salas de reunião, salas de jogos e de estar. Visitas também não são mais permitidas.
Só no maior abrigo da capital, o Tia Branca, no bairro Floresta, na Região Leste da capital, cerca de 400 homens passam pelo local todos os dias.

Outras medidas são a intensificação de ações de higiene, como lavar bem as mãos com água e sabão, assim como a desinfecção de utensílios, celulares e equipamentos. As unidades de acolhimento foram orientadas a não permitirem o compartilhamento de copos e talheres.

De acordo com a prefeitura, os centros de referência também permanecem abertos para que as pessoas usem as pias e chuveiros.

As equipes de abordagem seguem trabalhando nas nove regiões da cidade. Mesmo com centenas de vagas, Belo Horizonte tem hoje 4,5 mil sem teto.

Fonte:https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2020/03/25/coronavirus-abrigos-que-atendem-moradores-de-rua-passam-por-mudancas-por-causa-da-epidemia.ghtml

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